Escrever pode até ser fácil, mas assim como qualquer outro hobby/profissão precisamos nos dedicar bastante. Segue alguns hábitos que são considerados importantes para um bom proveito dessa arte.
1. Ler: Leitura é essencial. É bom ler bastante. Mas calma lá! Você não precisa devorar a biblioteca de sua cidade por inteiro. Muitas pessoas têm a capacidade de criar suas próprias histórias a partir de um ou dois livros; outras, a partir de dez e por aí vai. No básico, ler é importante para ter um vocabulário mais afiado e reciclar suas ideias. Livros de gramática são bons também. Nosso idioma tem várias regrinhas (algumas são chatas, tenho que admitir hehe), e você deve obedecê-las, querendo ou não. Mas isso é questão de costume, porque depois que pega o jeito, a coisa deslancha.
2. Ter foco: Você não vai conseguir escrever nada se não tiver foco. Estamos desenhando com palavras, e isso não é lá muito simples, pois temos que conseguir extrair para o papel em mera tinta preta os cenários extremamente coloridos e complexos de nossas mentes. É nesse ponto que muitas pessoas falam "escrever não é para mim". Tem certeza? Talvez o que esteja faltando é foco. E como ter foco? Simples. Se você escreve no computador, coloque o programa em tela cheia, ou se tranque no quarto, ou vá para algum lugar mais tranquilo... Você tem que dar um jeito. Não é impossível, por mais que pareça.
3. Escrever no papel: Muita gente não consegue escrever no papel porque se sente mais inspirada no computador ou no celular, ou dá a desculpa de que a letra é horrível. Isso só acontece porque essas pessoas não estão habituadas a escrever no bom e velho papel. Você tem que ter a sensação de que está escrevendo, e não apenas digitando. Se você não tem nada num caderno, transcreva. Você se sentirá mais inspirado, acredite.
4. Viver: Isso. Apenas isso. Nós precisamos viver. Ter experiências, morrer de amores, chorar, gritar de alegria... Dá para usar isso como impulso para escrever, mesmo que sua obra seja inteiramente fictícia. Não tem muito mais o que falar, já está meio óbvio.
5. Desafiar a si mesmo: Outra peça fundamental. Já pensou em fugir um pouco do que você costuma escrever? Colocar uma cena de terror, por exemplo? A leitura é importante aí. Desafie-se. Faz bem para a alma, dando certo ou não. Pesquise coisas diferentes, tente ver o que dá pra encaixar de novo em sua história, tente escrever a mesma cena de outro jeito para testar sua capacidade de escrita...
6. Deixar sua mente "respirar": Sabe quando você escreve, escreve, escreve e escreve, e no final do dia sua cabeça até dói? Pois é. Esse é um problema. No momento em que começar a sentir isso, você deve parar. Sério. Não entre em overworking. Salve ou guarde seu trabalho e continue depois. Cada um tem uma capacidade: tem gente que consegue escrever o dia inteiro tranquilamente, assim como tem gente que depois de duas horas para por um tempo e volta por mais duas horas. Escrever é um trabalho, seja você sendo pago para isso ou não; você tendo pressão ou não.
7. Desligar-se do mundo: Esse hábito deveria estar em primeiro lugar, mas não chega a ser mais importante que ler. Tem muito a ver com foco. Desligue sua televisão, desconecte-se das redes sociais, mantenha todas suas atenções voltadas ao seu trabalho. Esses são meios que distraem e fazem suas ideias sumirem num piscar de olhos. Faça um esforço para se manter longe de tudo isso.
8. Fazer o que tem que fazer, na hora certa: Muitos escritores não têm um horário certo para escrever (por exemplo, todas as tardes por x horas). Nossas responsabilidades no mundo exterior não nos deixam ter atenção 24/7 aos nossos trabalhos. Porém, é sempre, ou quase sempre, possível fazer algumas anotações em horários aleatórios e, num momento de tranquilidade, sentar e escrever.
9. Não ser alucinado: Ponha uma coisa em sua cabeça: Escreva. Mas não leve isso como uma espécie de mantra. Não é por não ter escrito uma letra no dia que sua cabeça vai explodir ou seu coração vai parar. Acalme-se. Você não é um robozinho treinado para terminar livros. Dê tempo a você mesmo.
10. Estipular metas: Se você é daquelas pessoas que gostam de desafio, é crucial que você estipule uma meta para o seu trabalho. Trezentas palavras por dia? Quatrocentas? No mínimo cem todas as vezes que você escrever? Duas páginas, três páginas? Faça o que você se considera capaz, mas lembre-se do item 5.
11. Acostumar-se a escrever regularmente: Tente ficar o menos distante possível do seu trabalho. Ficar sem escrever por dois meses já pode ser um convite para o desânimo (embora algumas pessoas se animem na hora). Se for se afastar, então deixe em mente que você precisa escrever. Como eu disse em cima, você não é um robozinho treinado para terminar livros. Se mesmo afastado por um ano, por exemplo, conseguir voltar e escrever como antes, parabéns, esse é um caso meio incomum. Senão, terá que ler sua história toda do zero para aí se situar novamente.
Lógico, você não precisa seguir essa lista à risca. Escreva do jeito que achar melhor para você. Cada escritor é um escritor, então relaxe. Agora, volte a escrever!
Até a próxima!
6. Deixar sua mente "respirar": Sabe quando você escreve, escreve, escreve e escreve, e no final do dia sua cabeça até dói? Pois é. Esse é um problema. No momento em que começar a sentir isso, você deve parar. Sério. Não entre em overworking. Salve ou guarde seu trabalho e continue depois. Cada um tem uma capacidade: tem gente que consegue escrever o dia inteiro tranquilamente, assim como tem gente que depois de duas horas para por um tempo e volta por mais duas horas. Escrever é um trabalho, seja você sendo pago para isso ou não; você tendo pressão ou não.
7. Desligar-se do mundo: Esse hábito deveria estar em primeiro lugar, mas não chega a ser mais importante que ler. Tem muito a ver com foco. Desligue sua televisão, desconecte-se das redes sociais, mantenha todas suas atenções voltadas ao seu trabalho. Esses são meios que distraem e fazem suas ideias sumirem num piscar de olhos. Faça um esforço para se manter longe de tudo isso.
8. Fazer o que tem que fazer, na hora certa: Muitos escritores não têm um horário certo para escrever (por exemplo, todas as tardes por x horas). Nossas responsabilidades no mundo exterior não nos deixam ter atenção 24/7 aos nossos trabalhos. Porém, é sempre, ou quase sempre, possível fazer algumas anotações em horários aleatórios e, num momento de tranquilidade, sentar e escrever.
9. Não ser alucinado: Ponha uma coisa em sua cabeça: Escreva. Mas não leve isso como uma espécie de mantra. Não é por não ter escrito uma letra no dia que sua cabeça vai explodir ou seu coração vai parar. Acalme-se. Você não é um robozinho treinado para terminar livros. Dê tempo a você mesmo.
10. Estipular metas: Se você é daquelas pessoas que gostam de desafio, é crucial que você estipule uma meta para o seu trabalho. Trezentas palavras por dia? Quatrocentas? No mínimo cem todas as vezes que você escrever? Duas páginas, três páginas? Faça o que você se considera capaz, mas lembre-se do item 5.
11. Acostumar-se a escrever regularmente: Tente ficar o menos distante possível do seu trabalho. Ficar sem escrever por dois meses já pode ser um convite para o desânimo (embora algumas pessoas se animem na hora). Se for se afastar, então deixe em mente que você precisa escrever. Como eu disse em cima, você não é um robozinho treinado para terminar livros. Se mesmo afastado por um ano, por exemplo, conseguir voltar e escrever como antes, parabéns, esse é um caso meio incomum. Senão, terá que ler sua história toda do zero para aí se situar novamente.
Lógico, você não precisa seguir essa lista à risca. Escreva do jeito que achar melhor para você. Cada escritor é um escritor, então relaxe. Agora, volte a escrever!
Até a próxima!
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